Salvador
O presidente da Associação Integrada de Vendedores Ambulantes e Feirantes de Salvador (Assidivam), Mário Lopes, apontou as principais falhas de infraestrutura para os trabalhadores informais na faixa costeira da capital baiana, destacando debilidades no processo de acessibilidade e organização.
“As demandas dos trabalhadores de praia hoje são questões de estrutura, de fato, não temos, há um pouco tempo flexibilizou, tinha até dificuldade de levar os equipamentos no final de expediente, mas se você observar aquelas tendas ali tem dificuldade para tudo, dificuldade para fazer um petisco, de água, de energia, uma cidade turística com potencial muito grande, mas ela tem que ser pensada um pouco melhor”, afirmou o presidente ao projeto Semana Azul BNews - Economia do Mar, nesta sexta-feira (05).
Além do representante da classe trabalhadora, o programa de hoje contou também com a presença do engenheiro ambiental e vereador de Salvador, André Fraga, onde debateram a importância do mar para a economia baiana.
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Ambulantes garantem sustento e movimentam a Economia do Mar
Com presença marcante nas orlas de Salvador, os vendedores ambulantes desempenham papel fundamental não apenas no sustento de milhares de famílias, mas também na consolidação da chamada Economia do Mar na Bahia.
Em entrevista ao projeto Semana Azul BNews - Economia do Mar, o presidente da Assidivam (Associação Integrada de Vendedores Ambulantes e Feirantes de Salvador), Mário Lopes, revelou mais da metade da atividade econômica da capital tem origem no comércio informal, um reflexo direto da força dos trabalhadores de rua e, principalmente, dos que atuam nas praias.
“É fundamental o trabalho dos ambulantes nas praias de Salvador. 54,1% da economia da cidade é voltada ao comércio informal. São milhares de pessoas que tiram o sustento na faixa de areia e nas ruas”, destacou Lopes.
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