Saúde
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 13/03/2026, às 17h06
Os casos graves de infecção respiratória continuam em alta no Brasil. Dados divulgados pela Fiocruz nesta sexta-feira (13) mostram que a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) segue em crescimento na maior parte do país, segundo o novo boletim InfoGripe.
De acordo com o levantamento, todas as unidades da federação registram tendência de aumento nos casos, com exceção do Tocantins.
Entre os vírus identificados nas infecções positivas, o rinovírus aparece como principal responsável, representando 40,8% dos casos, com maior impacto entre crianças de 2 a 14 anos. Na sequência aparecem a influenza A, com 20,8%, o SARS-CoV-2, responsável pela COVID-19, com 15,8%, e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), com 13,5%.
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O boletim também aponta que 12 estados já apresentam níveis de atividade classificados como alerta, risco ou alto risco. Estão nessa situação Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, o Distrito Federal, além de Ceará e Sergipe.
Em muitos desses locais, o crescimento dos casos graves tem sido impulsionado principalmente pelo rinovírus, sobretudo entre crianças e adolescentes.
Já a influenza A tem contribuído para o aumento de hospitalizações em estados das regiões Norte e Nordeste, além de registros em Rio de Janeiro e Mato Grosso.
O relatório ainda aponta um leve crescimento de casos de SRAG associados à Covid-19 em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, mas com níveis ainda considerados baixos e sem impacto significativo nas hospitalizações.
Entre as capitais, 15 das 27 apresentam tendência de crescimento de SRAG nas últimas seis semanas, incluindo cidades como Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife e São Luís.
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