Saúde
Publicado em 06/12/2024, às 19h21 Gabriela Domingos
Termina nesta sexta-feira (6) o prazo para que nove sites do Brasil suspendam as vendas de 48 marcas de whey protein com suspeita de produtos adulterados. A decisão partiu da Secretaria Nacional do Consumidor, que pertence ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, a partir da suspeita de adulteração dos suplementos.
A medida foi adotada após a Associação Brasileira de Empresas de Produtos Nutricionais (ABENUTRI) enviar um estudo ao governo apontando adulterações nas marcas de whey protein que não apresentavam a quantidade de proteína informada no rótulo do produto.
"Os riscos podem ser os mais variados, desde alergias leves, constipações em desconfortos intestinais até riscos de morte", informou o presidente da ABENUTRI, Marcelo Bella. Além disso, Bella alertou para que os consumidores desconfiem de ofertas muito abaixo do normal e busquem sempre mais informações.
Uma das empresas citadas, o grupo Supley, informou via nota que os produtos da marca são avaliados de forma rotineira pela Anvisa e que esta é a responsável pela análise e fiscalização.
A Associação Brasileira dos Fabricantes de Suplementos Nutricionais e Alimentos para Fins Especiais (Brasnutri) alegou ainda que a proibição anunciada pela Senacon não tem fundamento: "A Secretaria leva em consideração um laudo realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri) em 2022, de produtos que nem sequer são comercializados atualmente.”
A Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP) disse, em entrevista ao portal G1, que diante dos laudos apresentados em uma reunião no Ministério da Justiça e Segurança Pública, a situação foi considerada grave “fez-se necessária a atuação do CNCP no sentido de solicitar a suspensão do comércio destes produtos."
Assista ao se7e da matina desta sexta-feira (6):
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