Política
Em forte declaração, Eduardo Bolsonaro indicou que problema se originaria de problemas entre Brasil e EUA
Eduardo Bolsonaro tenta conquistar eleitorado, mas sua popularidade é questionada por membros do PL.
Com proibições de circulação, ex-presidente não poderá liderar atos políticos, comprometendo sua influência nas eleições do próximo ano.
Levantamento mostra que 58% dos entrevistados não querem Lula na reeleição e 62% rejeitam Bolsonaro como candidato em 2026.
Otto Alencar destaca sua boa relação com Tarcísio, mas reafirma que o foco do PSD é na reeleição de Lula em 2026.
Aliados avaliam que Rui Costa pode considerar candidatura à Câmara, mas ele nega qualquer mudança em seus planos para o Senado
Cúpula do PL espera que Eduardo retorne ao Brasil para defender seu pai e preparar sua candidatura em 2026.
Lula lidera com 44,6% contra Tarcísio de Freitas, mas o embate no segundo turno promete ser acirrado entre os candidatos.
Haddad destaca que seu foco é o trabalho na Fazenda e não há discussões sobre cargos eletivos futuros.
Partidos do Centrão garantem que discutirão a formação da chapa com Jair Bolsonaro antes da definição.
Movimentos políticos nos bastidores e apoio de líderes partidários podem viabilizar a candidatura presidencial de Tarcísio de Freitas em 2026.
O PL acredita que o apoio de governadores de direita pode levar Lula a reconsiderar sua candidatura à presidência.
Após a inelegibilidade de Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro se coloca como candidato em 2026, dependendo de uma missão do pai.
Rosa anunciou sua disposição para a candidatura ao Governo da Bahia, destacando a necessidade de diálogo interno no PSOL.
Com 68% de apoio, a maioria acredita que Lula tentará a reeleição, mas 21% acham que ele não será candidato.
Carlos Muniz, ao ser questionado, reafirmou a importância do 2 de Julho e não se posicionou sobre as eleições futuras.
Durante o cortejo do 2 de Julho, Zé Trindade confirmou que não será candidato nas eleições de 2026, mas apoiará Lula e aliados.
A ministra afirma que a esquerda não tem outra alternativa viável além de Lula para vencer as eleições futuras.
Jerônimo Rodrigues enfatiza a necessidade de uma chapa competitiva e a importância do diálogo com os aliados políticos.
Interlocutores afirmam que Eduardo só voltaria ao Brasil se houver mudanças significativas no cenário político atual.
Em entrevista, Caroline De Toni compara Michelle a Marisa Letícia e destaca seu papel discreto e engajado na política.
Wagner garante que seu nome está na disputa e que o apoio de Lula é fundamental para fortalecer a base no Senado.
A chapa majoritária do PT na Bahia enfrenta tensões, com Wagner e Rui Costa disputando o Senado e Coronel ameaçando apoiar adversários.
Tarcisio é visto como sucessor natural de Bolsonaro, enquanto Michelle ganha força como potencial vice na chapa.
Governador Tarcísio de Freitas afirma que grupo político estará unido e forte nas próximas eleições.
Apesar da amizade aparente, Bolsonaro revela desconfiança em relação a Tarcísio, citando sua relação com adversários políticos.
Além de Boulos, Lula conta com outros ministros para formar a linha de frente de sua campanha presidencial em 2026.
Valdemar Costa Neto ainda comentou sobre a demissão de Fábio Wajngarten e a pressão sobre Jair Bolsonaro para 2026.