Economia & Mercado

Startup adquire Black Aviação, lança clube de jatos privados e expande atuação no Brasil e América Latina

O negócio entre a Flaper e a Black Aviação foi estruturado como “all cash”  |  Divulgação/Flapper

Publicado em 22/08/2025, às 00h07   Divulgação/Flapper   Mariana Cedrim

A startup de aviação executiva Flapper entrou no segmento de cotas de aeronaves com a aquisição da Black Aviação e o lançamento do Jet Society, clube de jatos privados baseado na propriedade compartilhada de aeronaves.

As aeronaves da Black Aviação passam a integrar tanto o aplicativo principal da Flapper quanto o novo app Jet Society, permitindo que clientes com voo frequente se tornem cotistas e compartilhem horas de voo entre si.

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Desde que se tornou acionista minoritário da Flapper, há três anos, Rafael Matos, CEO da Black Aviação iniciou uma parceria entre as empresas, resultando nesta aquisição.

O negócio foi estruturado como “all cash” e parte dos recursos usados na compra veio da rodada de captação de R$ 6 milhões anunciada pela startup em fevereiro, com a outra metade sendo aplicada no crescimento do marketplace digital da companhia.

Desde o início da Flapper, em 2016, o número de jatos cresceu de pouco mais de 600 para 1.030 e a startup projeta receita anual bruta de R$ 100 milhões nos próximos 12 meses, incluindo as operações da Black Aviação.

O mercado considerado estratégico do clube de jatos está Minas Gerais. O estado é apontado como o que tem clientes em setores como mineração, indústria farmacêutica e agronegócio. 

A expectativa é que a Flapper terá, a partir da próxma semana, 4.000 aeronaves cadastradas, sendo 1.500 na América Latina.

Classificação Indicativa: Livre


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