Justiça
O andamento do processo que envolve o jornalista Paulo Figueiredo depende de cooperação internacional, já que ele reside nos Estados Unidos. Até o momento, no entanto, as autoridades norte-americanas ainda não responderam ao pedido formal feito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para que o investigado seja oficialmente notificado.
A solicitação foi encaminhada por meio de carta rogatória, instrumento utilizado para atos processuais entre países. O objetivo é garantir que Figueiredo seja formalmente comunicado para apresentar defesa prévia no inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado destinada a manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.
Em ofício enviado nesta sexta-feira (13) ao ministro Alexandre de Moraes, o Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil informou que ainda não houve retorno sobre o pedido feito em novembro de 2025.
"Considerando que, até a presente data, não houve manifestação das autoridades norte-americanas em resposta ao Ofício encaminhado em novembro de 2025, informamos que solicitamos novamente às autoridades estrangeiras informações sobre o andamento do pedido", afirmou a pasta.
Figueiredo está entre os denunciados pela Procuradoria-Geral da República no caso que investiga articulações para subverter o resultado eleitoral e manter Bolsonaro no poder após as eleições.
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