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Boninho negocia programa matinal no SBT após saída da Globo; saiba detalhes

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Diretor deve assumir produção independente matinal com previsão de estreia em 2025; projeto inclui participação de Ana Furtado  |   Bnews - Divulgação Reprodução TV Globo
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 28/11/2024, às 08h47



Com a saída oficial da Globo marcada para 31 de dezembro, JB Oliveira, o Boninho, já está em negociações avançadas com o SBT para assumir um programa matinal. A nova atração, prevista para estrear apenas em 2025, será realizada como uma produção independente, utilizando a estrutura da emissora em um modelo similar ao de Ratinho. As informações são do portal Notícias da TV.

De acordo com fontes dos bastidores, Boninho tem dialogado diretamente com Daniela Abravanel Beyruti, presidente do SBT e filha de Silvio Santos. Embora a emissora tenha negado oficialmente qualquer negociação, o diretor já foi visto nos estúdios do SBT duas vezes recentemente, reforçando os rumores sobre um acordo.

Ana Furtado no radar do SBT

O projeto apresentado por Boninho inclui a presença de sua esposa, Ana Furtado. Segundo relatos, o diretor chegou a apresentar dados que mostram que Ana manteve os índices de audiência e resultados publicitários ao substituir Fátima Bernardes em programas na Globo.

O interesse em Ana Furtado não é recente. Nos últimos meses, o nome da apresentadora já circulava nos bastidores como uma possível aposta do SBT para sua programação matinal.

Concorrência e desafios comerciais

Outro nome cogitado para o programa foi o de Carlos Tramontina, atualmente no Flow News, do Flow Podcast, após passagens pela CNN Brasil e Globo. Assim como Ana, Tramontina participou recentemente do Teleton, fortalecendo sua relação com o SBT.

Boninho, que recentemente montou uma produtora em sociedade com o empresário Julio Casares, também conversou com outras emissoras, incluindo a RedeTV!, antes de focar nas negociações com o SBT.

A emissora enfrenta uma das maiores crises de sua história, marcada por cortes e reestruturações. Os recentes lançamentos de programas como Chega Mais e Tá na Hora resultaram em uma queda de audiência superior a 30%, além de dificuldades na captação de anunciantes. “Chegamos até a ficar duas horas sem um único intervalo comercial”, revelou uma fonte interna.

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