Entretenimento
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 06/05/2026, às 15h53
O ator Stênio Garcia, de 94 anos, obteve uma vitória judicial importante nesta semana contra sua ex-mulher, a atriz Clarice Piovesan, de 72 anos. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou que Clarice pague ao veterano o valor de R$ 5 mil mensais referente à ocupação de um apartamento em Ipanema, na Zona Sul do Rio.
A decisão ocorre em meio a uma batalha jurídica iniciada em 2025, na qual o ator tenta reaver o controle total do imóvel.
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O centro do conflito é um apartamento adquirido por Stênio em 1986. Em 1992, ele doou a propriedade às filhas, Cássia e Gaya, reservando para si o usufruto vitalício. Na prática, isso significa que, embora as filhas sejam as proprietárias, Stênio tem o direito legal de morar no local ou receber rendas (aluguéis) geradas pelo bem até o fim da vida.
O ator alega que, nos últimos anos, foi impedido pelas filhas de exercer esse direito, enquanto Clarice reside no local desde 2019 sem repassar qualquer valor a ele.
A defesa de Stênio Garcia sustenta que a medida é vital para a subsistência do artista, que afirma enfrentar "vulnerabilidade financeira extrema" desde que foi desligado da TV Globo, em 2020. Além do repasse mensal, o ator pede uma indenização de R$ 200 mil e acusa as filhas de abandono afetivo e material.
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Cássia e Gaya contestam a versão do pai. Em defesas apresentadas recentemente, elas negam o abandono e afirmam que Stênio possui um patrimônio robusto que estaria sendo omitido no processo. Elas alegam que o pai é "manipulado" pela atual esposa, Marilene Saade, e que o afastamento familiar foi provocado pelo próprio ator.
A ex-mulher de Stênio, famosa por papéis humorísticos nos anos 70 e 80, vive reclusa há décadas. Segundo as filhas, Stênio sempre concordou com a permanência de Clarice no imóvel e nunca havia solicitado contraprestação financeira até o atual conflito.
A decisão de R$ 5 mil é considerada uma vitória parcial, pois o processo principal, que discute a posse definitiva e o usufruto pleno do imóvel, continua em tramitação e corre em segredo de Justiça.
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