Esporte
Assunto em alta após o fechamento da segunda janela de transferências, o fair play financeiro tem gerado opiniões diversas dos personagens do futebol brasileiro. Questionado durante a coletiva após o triunfo sobre o Atlético-MG, o técnico Rogério Ceni fez um alerta sobre o tema.
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Embrionário no Brasil, o fair play financeiro é aplicado nas grandes ligas e entidades europeias, como a Premier League e Uefa. Na última janela de transferências desta temporada, os clubes brasileiros gastaram mais de R$ 2 bilhões em contratações.
Tem time aí falando de fair play financeiro e enfia R$ 300 milhões...e cacete no fair play financeiro", destacou o técnico do Bahia.
Este conjunto de regras, garante o controle das finanças dos clubes, de modo que os times possam honrar os compromissos com seus próprios funcionários, com outras equipes, e com o Estado. Além disso, também contribui com o ambiente sustentável financeiramente.
O Bahia foi alvo de críticas por parte de John Textor, dono da SAF do Botafogo, quando contratou o atacante Lucho Rodriguez por R$ 65 milhões. Contudo, o Glorioso gastou R$ 231 milhões ao trazer oito reforços na segunda metade da temporada 2024.
Inclusive, o Botafogo detém o título da contratação mais cara da história do futebol brasileiro, quando trouxe o argentino Thiago Almada, de 23 anos. O atacante custou cerca de R$ 140 milhões ao alvinegro carioca. Por outro lado, o Corinthians revelou uma dívida astronômica calculada em R$ 2,311 bilhões.
No entanto, o Timão possui uma folha salarial de R$ 22,5 milhões, após contratar 20 atletas nesta temporada. Uma das contratações mais badaladas, Memphis Depay, deve custar mais de R$ 70 milhões ao time paulista. A Comissão Nacional de Clubes já abriu debate sobre a implantação do fair play financeiro no Brasil.
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