Esporte
por José Gabriel
Publicado em 22/01/2026, às 07h10
O momento do São Paulo é de crise, tanto dentro quanto fora de campo. Em meio às investigações sobre desvio no clube e depósitos fracionados, o presidente Julio Casares se “antecipou” e renunciou ao cargo na quarta-feira (21).
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O agora ex-dirigente era alvo de um processo de impeachment e já havia perdido na votação do Conselho Deliberativo. Antes mesmo da assembleia dos sócios, que poderia confirmar a destituição, Casares deixou o cargo.
“Diante da continuidade desse ambiente, da necessidade de preservar minha saúde e, sobretudo, de proteger minha família de ataques e ameaças gravíssimas, bem como para evitar que essa disputa política continue a prejudicar o time de futebol e o ambiente esportivo do clube, apresento minha renúncia ao cargo de Presidente, com efeitos a partir desta data, antecipando, inclusive, o exercício do direito estatutário de aguardar a Assembleia Geral”, declarou Julio Casares em carta.
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Quem assume o São Paulo agora é o vice Harry Massis Junior, de 80 anos. Ele ficará no cargo até dezembro de 2026, quando termina o mandato inicial de Julio Casares.
Dentro das quatro linhas
Em meio a todo esse processo de investigação, a equipe disputa o Campeonato Paulista e a campanha não é das melhores. Até o momento, o São Paulo conquistou apenas 4 pontos em 12 disputados e ocupa a 12ª posição na tabela de classificação — os oito primeiros avançam às próximas fases.
A derrota para a Portuguesa por 3 x 2, no Morumbi, na noite da quarta-feira (21), escancarou ainda mais a crise interna do clube. A torcida, insatisfeita, vaiou intensamente ao fim da partida.
E os problemas não param por aí. O próximo adversário do Tricolor é o rival Palmeiras, fora de casa, no próximo sábado (24), às 18h30.
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