Polícia
Publicado em 25/06/2024, às 15h30 Cadastrado por Sanny Santana
A advogada Luana Otoni de Paulo, presa após ser acusada de chamar um funcionário de uma companhia aérea de "macaco", foi liberada um dia depois da prisão cautelar. O caso aconteceu no aeroporto de Confins, em Belo Horizonte.
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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) entendeu que a suspeita de crime cometido pela mulher não "se revestia de gravidade objetiva" e, por isso, a liberou.
De acordo com boletim de ocorrência, Luana aparentava embriaguez e teria caído enquanto estava no avião. Um gerente de operações, então, ofereceu atendimento médico e informou a mulher que ela seria realocada em outro voo.
A advogada foi acusada de injúria racial e lesão corporal, já que, em um vídeo, apareceu dando tapas e chutes no funcionário. Ainda segundo o boletim de ocorrência, a mulher também chamou um piloto da aeronave de "comandantezinho".
Ao TJMG, a mulher relatou que sua prisão ocorreu dentro da legalidade, sem nenhum abuso de autoridade ou agressão. Apesar da decisão de soltura, o tribunal definiu a medida cautelar de comparecimento mensal em Juízo.
Após o ocorrido, a mulher perdeu cargo na OAB-MG. Luana presidia a Comissão de Direito de Moda.
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