Política
por Daniel Serrano
Publicado em 20/12/2025, às 10h34 - Atualizado às 10h34
A Polícia Federal (PF) revelou novos detalhes sobre a operação que teve como alvo os deputados federais Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). De acordo com a PF, assessores dos bolsonaristas movimentaram quase R$ 30 milhões entre maio de 2018 e dezembro de 2024.
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A investigação aponta que as transações de Adailton Oliveira Santos, assessor especial de Sóstenes, movimentou cerca de R$ 11 milhões entre 2023 e 2024, volume "incompatível com a capacidade econômica declarada do titular".
Além disso, um parente de Adailton movimentou outros R$ 4 milhões. O valor circulou por meio de saques e depósitos feitos por Florenice de Souza Santana, assessor do PL.
Já nas contas de Itamar de Souza Santana, assessor de Jordy, passaram aproximadamente R$ 6 milhões. Itamar é apontado como operador "em movimentações suspeitas". Outra movimentação de cerca de R$ 7 milhões também é investigada. Os recursos estavam identificados como "oriundos da Câmara dos Deputados".
A PF suspeita que uma locadora de automóveis era usada como uma empresa de fachada de deputados. Os parlamentares teriam usado a cota parlamentar para alugar veículos em firmas que pertenciam aos parlamentares, o que é proibido pela Câmara.
Na ação, deflagrada na última sexta-feira (19), a PF realizou buscas em endereços ligados aos deputados por suspeitas de desvio de dinheiro oriundo de cotas parlamentares. Aproximadamente R$ 430 mil em espécie foram apreendidos em apartamento de Sóstenes.
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