Política

Com projeto técnico ainda pendente, pilares da Ponte Salvador-Itaparica devem ser erguidos apenas em 2026

Matheus Landim/GOVBA
Os projeto técnicos da Ponte Salvador-Itaparica devem ser iniciado logo após a finalização das sondagens em águas profundas  |   Bnews - Divulgação Matheus Landim/GOVBA


O projeto técnico da Ponte Salvador-Itaparica deve ser iniciado logo após a finalização das sondagens em águas profundas, que já estão em fase final. De acordo com o governador Jerônimo Rodrigues, como esse período pode durar até um ano, a tendência é que as obras sejam iniciadas apenas em 2026.

O novo contrato deve ser assinado, de acordo com a previsão do próprio governador, até o início de abril. O novo vínculo é fruto de uma série de reuniões entre as gigantes chinesas responsáveis pelo consórcio com o governo da Bahia, que foram medidas pela Comissão de Soluções de Controvérsias montada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA).

Esse novo contrato já estabelece, para dentro de um ano, eles começarem a obra. Esse é o tempo que, agora concluindo a sondagem, se elabora o projeto técnico. Eu estava aguardando se precisava eu ir logo ao embaixador para garantir o dia 31. [...] Eu tenho a expectativa de que até o dia 3 ou dia 4 de abril a gente possa estar com esse contrato assinado”, afirmou Jerônimo.

O governador também destacou a troca de uma das empresas responsáveis pela ponte. Com esse novo contrato, a China Railway 20th Bureau Group (CRCC20) sai e a China Civil Engineering Construction Corporation (CCECC) começa a integrar o consórcio, juntamente com a China Communications Construction Company (CCCC).

O BNews entrou em contato com a concessionária que destacou que ambas pertencem ao mesmo grupo empresarial, o CRCC, e que nada muda na estrutura da Concessionária. De acordo com o governador, as mudanças ocorreram devido a uma decisão dos acionistas com o objetivo de acelerar o andamento das obras. 

Eu apreciei muito o rigor delas e a seriedade. E eu os recebi na semana retrasada e pedi que a gente pudesse antecipar, para que a gente pudesse logo assinar esse termo, o novo contrato. [...] e pudesse já começar a obra antes de um ano. E eles trocaram isso [as empresas], mas pediram que deveriam, com essa troca dessa empresa do consórcio, ter que voltar à China. Tem toda uma centralidade nas decisões chinesas, é um modelo cultural da gestão deles”, destacou o governador.

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