Política

João Roma e Rui Costa podem "se chocar" em região bolsonarista; entenda

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Diante da forte chuva, gestores organizam viagens para a região bolsonarista nas próximas horas

Publicado em 09/12/2021, às 17h13    Divulgação    Henrique Brinco

A chuva que castiga o Extremo Sul da Bahia pode promover um choque inusitado de duas grandes forças políticas no Estado. Os ministros João Roma (Cidadania) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e o governador da Bahia, Rui Costa (PT), organizam viagens para a região nas próximas horas diante da situação precária da população no momento.

Roma e Marinho estarão, nesta sexta-feira (10), em Teixeira de Freitas, no Extremo Sul da Bahia, região que tem sofrido com as consequências das fortes chuvas no últimos dias. O município é um dos quatro redutos baianos onde Jair Bolsonaro (PL) venceu na eleição de 2018. Inclusive, nesta quinta-feira (9), os dois se reuniram com o presidente para discutir ações para minimizar os impactos provocados pelas chuvas.

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"Gostaria de agradecer o empenho dos gestores municipais, assim como de todos os voluntários, através da articulação do Pátria Voluntária, em especial aos amigos do Casarão, que não estão medindo esforços para atenuar o sofrimento do nosso povo. Que Deus nos ilumine nesse momento", disse Roma, em nota.

O governador Rui Costa também confirmou nesta quinta que vai enviar ajuda e que irá visitar a região do Extremo Sul, onde estão os municípios atingidos pelas enchentes. O petista, contudo, não confirmou quais cidades irá sobrevoar. O sobrevoo, inclusive, depende das condições do tempo.

Rui disse já ter falado com alguns dos prefeitos e garantiu que o governo seguirá com a força tarefa para levar a ajuda humanitária às comunidades. O governador afirmou ainda que as máquinas e equipamentos usados pelos consórcios de infraestrutura, além de outros que serão contratados, estão sendo direcionados à limpeza das cidades e distritos que precisem desse tipo de apoio.

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"Assim que a água baixar, vamos fazer um levantamento detalhado de tudo que precisa ser reconstruído: estradas, pontes e casas que foram destruídas. Mas só dá para fazer esse levantamento depois que a água baixar, porque você precisa ver o estrago, de fato, e a solução técnica que vai ser dada em cada ponto em que se perdeu aquela infraestrutura", afirmou Rui, também em comunicado.

As chuvas do Extremo Sul provocaram destruição de casas e deixaram pessoas desabrigadas, além de causarem alagamentos e deslizamentos, deixando inclusive algumas regiões ilhadas, como a cidade de Jucuruçu, cuja ponte que dá acesso ao município desabou.

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