Política

Nikolas critica campanha do PT favorável à Janja nas redes

Bruno Spada / Câmara dos Deputados
A primeira-dama Janja enfrenta críticas após defender a regulamentação das redes sociais em evento com o presidente da China.  |   Bnews - Divulgação Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Publicado em 25/05/2025, às 07h35 - Atualizado às 09h49   Cadastrado por Daniel Serrano



O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) foi às redes sociais para criticar a campanha encabeçada pelo PT em favor da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, que tinha como objetivo chamar a atenção para o debate sobre a regulação das redes sociais.

“Isso, poste ‘estou com Janja’. Fica mais fácil identificar quem é imbecil”, escreveu o parlamentar na rede social X.

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A campanha “pró-Janja” acontece após a primeira-dama se tornar alvo de críticas por comentário feito durante um jantar com o presidente da China, Xi Jinping. Na ocasião, Janja defendeu a regulamentação das redes sociais.

“A primeira-dama Janja tem se posicionado com firmeza por um ambiente digital mais seguro, especialmente para mulheres, crianças e adolescentes, as maiores vítimas dos crimes virtuais”, diz a publicação divulgada pelo PT ao subir a tag #EstouComJanja.

No entanto, a ação teve pouco engajamento, até mesmo, dentro do PT, apesar de nomes importantes compartilharam a tag, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e o presidente nacional do PT, senador Humberto Costa (PE).

Janja tem se movimentado para que uma regulamentação das redes sociais seja discutida. “Não há protocolo que me faça calar se eu tiver uma oportunidade de falar sobre isso com qualquer pessoa que seja. Do maior grau ao menor grau. Do mais alto nível a qualquer cidadão comum”, disse a primeira-dama durante evento do Ministério dos Direitos Humanos.

Neste sábado (24), em um evento no Mato Grosso, o presidente Lula defendeu que o Brasil adote alguma medida para regulamentar as plataformas digitais. “Você sabe quantas ofensas, provocações você recebe. E é preciso que a gente discuta com o Congresso Nacional a responsabilidade da gente regular o uso das empresas, sabe, neste país. Não é possível que tudo tem controle, menos as empresas de aplicativos”, disse.

Já o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem feito um movimento contrário, defendendo que a regulamentação das redes é uma espécie de censura. 

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