Política

Presos do 8 de janeiro peitam STF e tiram tornozeleiras eletrônicas

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STF intensifica ações contra aqueles que desrespeitam as condições de monitoramento eletrônico  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 26/07/2025, às 17h29



Casos de presos pelo 8 de janeiro que violaram o uso de tornozeleira eletrônica e passaram a ser considerados foragidos em algum momento voltaram à tona após o Supremo Tribunal Federal (STF) impor ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) o uso do equipamento, entre outras medidas restritivas.

Paulo Augusto Bufarah, 55 anos, é um dos "patriotas" que vandalizaram a Praça dos Três Poderes no 8 de janeiro de 2023. Ele preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) em 26 de junho deste ano e descumpriu a obrigatoriedade do uso do equipamento. Bufarah estava na Argentina e foi preso assim que voltou para o Brasil.

Integrante da Polícia Militar do DF (PMDF), o ex-comandante Klepter Rosa Gonçalves, foi preso e liberado com a condição de ser monitorado pela tornozeleira eletrônica. 

No mês de abril deste ano, Klepter teria deixado de usar o equipamento, o que fez com que o STF o acionasse em junho. “O monitorado tomou providência imediata para regularização da carga do equipamento”, escreveram os seus advogados à Corte.

A advogada Edith Christina Medeiros Freire, 57 anos, e o blogueiro Marinaldo Adriano Lima da Silva, 23, passaram a ser considerados fugitivos da Justiça desde abril deste ano após romperem as tornozeleiras. O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) informou ao STF que Edith Cristina está “evadida desde 30/8/2024”.

Marinaldo disse à coluna de Paulo Cappelli do portal Metrópoles à época que retirou a tornozeleira por temer ser confundido com traficante de drogas na região onde mora, em João Pessoa (PB).

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