Saúde
Com a chegada do verão, os dias mais longos e ensolarados convidam para atividades ao ar livre, mas também exigem atenção redobrada com a saúde da pele. Para orientar a população em um dos períodos de maior incidência de radiação ultravioleta no ano.
O BNews Summer entrevistou a dermatologista Drª Marilu Tiúba, do Hospital Mater Dei Salvador, que destacou os cuidados indispensáveis para evitar queimaduras, prevenir o câncer de pele e escolher corretamente produtos de proteção.
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Segundo a dermatologista, a dieta tem um papel importante como aliada da fotoproteção. Embora não substitua o uso do protetor solar, uma alimentação rica em antioxidantes fortalece a pele e melhora sua resistência ao dano causado pela radiação UV.
Drª Marilu explica que duas classes de substâncias se destacam:
Uma alimentação colorida, rica em vegetais, frutas e chás, é um reforço importante. Uma pele bem nutrida é uma pele forte”, diz a médica.
A dermatologista alerta que, em cidades como Salvador, onde o índice UV é um dos mais altos do país, a simples radiação difusa, aquela que atravessa nuvens e se reflete no ambiente, já é suficiente para estimular a produção de vitamina D no corpo.
“Não existe necessidade de exposição solar deliberada, muito menos nos horários de pico, entre 10h e 16h”, reforça. O risco de queimaduras e, consequentemente, de câncer de pele, é muito maior nesse período.
Para pessoas acima de 60 anos, cuja capacidade de síntese da vitamina é reduzida, a especialista recomenda a suplementação oral orientada por profissionais de saúde, considerada a alternativa mais segura.
“Não vale a pena arriscar um dano na pele quando temos formas seguras de repor vitamina D”, concluiu.
Como escolher o protetor ideal?
Drª Marilu afirmou que a escolha do protetor solar deve ser personalizada, levando em conta tecnologia de filtros, necessidades individuais e hábitos de uso: “O ideal é optar por produtos de proteção ampla, que cubram não apenas UVB, mas também UVA e luz visível, especialmente importante para quem sofre com manchas e melasma”, explicou.
Apesar de marcas dermatológicas muitas vezes oferecerem filtros mais modernos, a especialista reforça que há boas opções em diferentes faixas de preço. O melhor protetor, segundo ela, é “aquele que o paciente realmente consegue usar e reaplicar todos os dias”.
Entre os hábitos mais perigosos no verão está o uso de óleo bronzeador no lugar do protetor solar, prática ainda comum em algumas praias brasileiras: “Possível até é. Mas seguro, nunca será”, afirmou a médica.
Segundo a especialista, além de não proteger, o óleo aumenta a absorção da radiação e intensifica o risco de queimaduras. Para quem busca apenas brilho ou efeito estético, Drª Marilu recomenda produtos com acabamento iluminado, mas que tenham FPS alto.
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