Saúde

Especialistas explicam se existem diferenças do efeito da gripe entre homens e mulheres; entenda

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Especialistas ainda alertam que qualquer tipo de julgamento é prejudicial  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Freepik
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 05/09/2025, às 16h17



Especialistas de organizações internacionais relacionadas a saúde explicam que existem diferenças referentes aos efeitos da gripe em pessoas do sexo feminino e masculino.

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De acordo com o jornal O Globo, o Dicionário de Cambridge explica que a gripe que afeta os homens é “uma doença como um resfriado, mas que a pessoa que a tem, trata como mais grave, geralmente quando essa pessoa é um homem”.

Existem algumas diferenças no sistema imunológico entre homens e mulheres. E não é um fator exclusivo para os seres humanos, pois outras espécies também sofrem com o mesmo problema. A professora de ecologia, evolução e comportamento da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, Marlene Zuk, afirma:

Há algo de verdadeiro na ideia de que homens e mulheres sofrem os efeitos da infecção de maneira diferente”.


A pandemia foi um reflexo desse dado relacionado à infecções graves. Os homens registraram taxas maiores de hospitalização e mortalidade em decorrência do Covid-19. Um outro exemplo histórico que corrobora para o dado, ocorreu em 1918, quando uma gripe atingiu o mundo e matou muito mais homens do que mulheres.

Outros fatores que evidenciam a maior probabilidade masculina de desenvolver as gripes, está relacionado ao comportamento e atitudes. Os homens, em geral, adotam menos precauções para se proteger de doenças e vírus. Além do descuido, os homens desenvolvem comportamentos prejudiciais à saúde, como: fumar, ingerir álcool e demorar ou não buscar atendimento médico, o que podem piorar os sintomas.

Em relação às mulheres, um dos fatores favoráveis diz sobre as células do sistema imunológico. Se for comparado aos homens, o corpo feminino descobre estranhos invasores atacando sua saúde de maneira mais rápida. Porque a imunidade feminina produz mais anticorpos, além de aumentar o poder de defesa do organismo para combater os vírus. As mulheres também respondem de maneira mais eficiente quando é preciso tomar vacinas. 

Mas, é importante ressaltar que ficar doente não tem nenhuma relação com o gênero da pessoa. Mais do que isso, é fundamental que não se deva ter julgamentos sobre a dor ou mal-estar alheios.

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