Saúde
por Natane Ramos
Publicado em 02/11/2024, às 11h08
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu, na última terça-feira (29), um comunicado alertando dobre os perigos da falsificação do medicamento Ozempic, realizada pela farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk.
Acontece que o laboratório dinamarquês estava ciente há um ano das falsificações, mas não fez nada para alertar o consumidor, de acordo com o advogado Leonardo Espíndola, relato levantado no jornal O Globo, na coluna do jornalista Ancelmo Gois.
Uma mulher usou a medicação e foi internada com um quadro grave no Rio de Janeiro devido ao uso da medicação falsificada. De acordo com a Anvisa, existem "indícios de que canetas de insulina Fiasp® FlexTouch® foram readesivadas e reaproveitadas com rótulos de Ozempic® do lote NP5K174, que possivelmente foram retirados indevidamente de canetas originais do medicamento".
"Ou seja, o lote NP5K174 é um lote original e autêntico de Ozempic, mas os seus rótulos teriam sido usados em embalagens de insulina vendidas como Ozempic em uma fraude que ainda segue em investigação", declarou a agência.
No entanto, a Novo Nordisk revelou que já identificou casos semelçhantes de falsificação em Brasília (DF), Anápolis (GO), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG) e Paty do Alferes (RJ). O laboratório informa que "reconhece a gravidade da situação" e que estava “em contato e colaborando com as autoridades competentes".
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