Economia & Mercado
por Mariana Cedrim
Publicado em 02/08/2025, às 20h44
A Embaixada da China no Brasil publicou uma nota nas redes sociais, neste sábado (2) informando que o país “aprovou a habilitação de 183 novas empresas brasileiras de café para exportação ao mercado chinês.
Embora o consumo per capita da China seja de apenas 16 xícaras ao ano, frente à média global de 240, entre 2020 e 2024, as importações líquidas de café da China cresceram 13,08 mil toneladas.
Otaviano Canuto, o ex-vice-presidente do Banco Mundial e ex-diretor executivo do FMI descatou que a medida, que tem valor retroativo: entrou em vigor no último dia 30 de julho, é uma “maneira de diminuir o impacto do tarifaço”.
“Evidentemente que esse reconhecimento da propriedade dessas empresas produzirem e exportarem café para a China é uma maneira de, digamos assim, diminuir o impacto do tarifaço, já que o café não foi incluído naquelas isenções”.
Alem do café, a embaixada chinesa confirmou que 30 empresas brasileiras podem exportar o gergelim pra China, 46 empresas receberam sinal para fornecer a farinhas de aves e suíno. Além disso, mais 4 empresas podem exportar pescado originários do Brasil.
🚢☕️ #café brasileiro na china!
— Embaixada da China no Brasil (@EmbaixadaChina) August 2, 2025
A China aprovou a habilitação de 183 novas empresas brasileiras de café para exportação ao mercado chinês. A medida entra em vigor em 30 de julho de 2025 e tem validade de 5 anos.#CaféBrasileiro #Exportação #China #BrasilChina #Agro pic.twitter.com/5GK01esuzP
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