Economia & Mercado
Publicado em 05/01/2026, às 23h01 Cibele Gentil
Apesar da instabilidade gerada pela invasão à Venezuela, o mercado financeiro brasileiro operou em clima de alívio nesta segunda-feira (5). O dólar comercial encerrou o dia apresentando uma queda de 0,84%, sendo vendido a R$ 5,405. Embora a moeda tenha iniciado a sessão em alta, atingindo R$ 5,45 durante a manhã, a trajetória foi invertida ao longo do pregão, levando a divisa ao seu menor valor de fechamento desde o dia 12 de dezembro.
No cenário das ações, o otimismo também prevaleceu. O índice Ibovespa, da B3, fechou com alta de 0,83%, atingindo os 161.870 pontos. O indicador, que oscilou nas primeiras horas do dia, consolidou a tendência de valorização durante a tarde, impulsionado principalmente pelo desempenho dos setores bancário e de mineração. Com o resultado, a bolsa brasileira retoma o patamar mais alto registrado desde a metade do mês passado.
Perspectivas econômicas e petróleo
A reação reflete uma leitura estratégica do mercado global sobre o conflito na Venezuela. Analistas avaliam que a intervenção no país poderá resultar em um aumento da produção de petróleo no médio prazo, o que teria um efeito deflacionário nos Estados Unidos devido à maior oferta de combustíveis.
Essa expectativa de queda nos preços do petróleo reduz a pressão na economia estadunidense, criando um cenário favorável para que o Federal Reserve (Fed) promova cortes nas taxas de juros no início de 2026. Para o Brasil, esse movimento é positivo, pois juros menores em economias desenvolvidas tendem a estimular o fluxo de capital estrangeiro para mercados emergentes.
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