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Félix Mendonça Jr. não descarta rompimento do PDT com Neto se não houver espaço na chapa

Victor Pinto/BNews

Caso haja rompimento do PDT, deputado rechaça apoio ao grupo petista

Publicado em 24/03/2022, às 19h19    Victor Pinto/BNews    Victor Pinto e Lara Curcino

O deputado federal e presidente do PDT baiano, Félix Mendonça Júnior, deu detalhes ao BNews da reunião realizada nesta quinta-feira (24), em Salvador, com o dirigente nacional de seu partido, Carlos Lupi, e o pré-candidato ao Governo do Estado ACM Neto (UB). 

Caso um pedetista não seja escolhido por Neto, Félix Mendonça Jr. não descarta rompimento com grupo da oposição, mas rechaça apoio à base governista.

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“Não tem conversa com o grupo governista. Nosso apoio é a Neto. A chapa não está definida, mas o apoio é a Neto. É muito difícil que isso mude, nem cogitamos. Mas se mudar, por qualquer motivo, vamos caminhar sozinhos”, assegurou. 

O parlamentar disse estar otimista em emplacar um pedetista como vice na chapa de Neto, mas deixou claro que o ex-prefeito de Salvador pede calma e sinaliza indefinição. 

“Acredito que temos grande chance de ocupar a vice, é nosso objetivo, mas Neto já avisou na reunião que ainda não existe definição e que é preciso cautela. Ele tem que conversar com todos os partidos da base”, afirmou.

Reforçando o que foi dito ao BNews por Lupi, Mendonça Jr. cita seu nome e o da vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, como os mais fortes para ocupar a chapa, caso ACM Neto abra espaço para o PDT. 

“Temos ótimos nomes, o de Ana Paula, por exemplo. O meu também está à disposição. Tem ainda o do secretário municipal de Saúde, Leo Prates”, mencionou. 

Fontes do BNews garantem que o ex-prefeito tem dito a alguns interlocutores para terem paciência sobre a discussão da vice, pois é um cargo importante e não quer tomar decisões precipitadas e que, por mais que cravem a data de 4 de abril, precisará de mais dois meses para a chapa completa ser formada. O foco é arrumar os partidos para a eleição proporcional.

Outro nome cogitado é o do deputado federal Marcelo Nilo, que deixou o PSB, partido da base governista, em busca de uma legenda do grupo de Neto, visando um espaço na chapa majoritária. 

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