Eleições / Eleições 2022

Márcio Marinho quebra silêncio e se posiciona sobre apoio a Bolsonaro

Foto: Câmara dos Deputados / Divulgação

Partido de Márcio Marinho, Republicanos é apoiador histórico de ACM Neto na Bahia

Publicado em 19/05/2022, às 09h44    Foto: Câmara dos Deputados / Divulgação    Vinícius Dias

Presidente do Republicanos na Bahia e vice presidente nacional da legenda, Márcio Marinho quebrou o silêncio sobre o apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) na próxima campanha eleitoral.

O partido de Marinho é um apoiador histórico do ex-prefeito ACM Neto (União Brasil), que é pré-candidato ao governo da Bahia e tem no nome do próprio Marinho uma das possibilidades para a sua vice.

"Na Bahia, o Republicanos irá apoiar a candidatura à reeleição de Bolsonaro, até por orientação da nacional. ACM Neto tem as suas razões, razões identificadas por pesquisa qualitativa, da dificuldade de estar atrelando a imagem dele a Bolsonaro", afirmou Marinho em entrevista à rádio Salvador FM, na manhã desta quarta (19).

ACM Neto tenta fugir de qualquer vinculação a nomes da eleição presidencial durante sua campanha. Esse, inclusive, foi um dos motivos para a saída de João Roma do Republicanos para o PL, atual partido de Bolsonaro. Roma desejava ser candidato a governador, mas não tinha apoio da legenda na Bahia pela proximidade entre Marinho e Neto.

"O Tarcísio [de Freitas] é candidato ao governo de São Paulo pelo Republicanos. A ministra Damares [Alves] é candidata ao Senado aqui pelo Distrito Federal. Temos vários parlamentares com relação com o presidente Bolsonaro. No próximo dia 30 temos as convenções em São Paulo, presumo eu, que ali já será dado o apoio ao presidente já no primeiro turno a reeleição", disse Marinho antes de ponderar que não há possibilidade de Neto e Bolsonaro entrarem em aliança no primeiro turno.

"Não há nenhum tipo de possibilidade de uma aliança no primeiro turno de Neto com Bolsonaro. Até porque já existe candidatura de João Roma, do PL, candidato a governador. Se tiver de acontecer algum tipo de aliança, apoio, só será no segundo turno", finalizou.

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