Política
por Mariana Cedrim
Publicado em 24/10/2025, às 12h23
Uma decisão judicial impôs medidas protetivas de urgência contra o presidente da Câmara Municipal, Júnior do Requeijão (PSDB), após o vazamento de um áudio com ofensas racistas, homofóbicas e misóginas.
Caso o parlamentar descumpra as medidas poderá ser preso preventivamente, conforme o Código de Processo Penal. De acordo com a Lei Maria da Penha, o vereador precisa manter uma distância mínima de 500 metros das vítimas, além de proibir qualquer contato por telefone, mensagens ou redes sociais.
As mensagens, dirigidas à própria irmã e ao cunhado, ganharam repercussão há cerca de duas semanas após o conteúdo ser compartilhado pela própria irmã de Júnior, Marileide, em um grupo de WhatsApp.
Na época, o vereador admitiu ser o autor da gravação, mas destacou que o trecho foi retirado de uma conversa privada. O processo contra Júnior do Requeijão corre em segredo de justiça.
O BNews entrou em contato com o presidente da Câmara Municipal, Júnior do Requeijão, que negou ter recebido qualquer pedido de medidas protetivas ou notificação de processo, afirmando que o caso se tratou apenas de “uma discussão entre irmãos”.
“Não foi aceita nenhuma medida protetiva, tampouco outro processo. Foi uma discussão entre irmãos por causa de um túmulo que está no meu nome”, disse.
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