Saúde

Pacientes encaram plásticas com gordura retirada de cadáveres

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Os pacientes estão recorrendo a preenchimentos injetáveis ​​feitos com a gordura doada por pessoas falecidas  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Freepik
Leonardo Oliveira

por Leonardo Oliveira

Publicado em 04/01/2026, às 17h34 - Atualizado às 19h03



Uma prática que tem se ampliado nos Estados Unidos mostra que pacientes em várias regiões estão recorrendo a procedimentos estéticos com preenchimentos injetáveis ​​feitos com a gordura doada por pessoas falecidas.

"Aqui em Nova York estamos muito animados com isso, principalmente porque nossos pacientes às vezes são muito magros ou talvez já tenham feito lipoaspiração", afirmou Melissa Doft, cirurgiã plástica de Manhattan, em publicação no Instagram.

Como funciona

A gordura é retirada de cadáveres e utilizada para levantar, dar volume e esculpir os corpos de pacientes, o que inclui procedimentos populares como o lifting de glúteos à brasileira (conhecido como BBL) e o aumento dos seios.

O produto para preenchimento feito com a gordura de mortos, é chamado de AlloClae, chegou ao mercado americano no ano passado. Mas só agora está começando a se popularizar nos EUA.

O AlloClae é produzido a partir de gordura humana, retirada de doadores já falecidos e tratada em condições estéreis para uso médico. Ela é aplicada por meio de injeções minimamente invasivas, realizadas em consultório por um profissional qualificado, sem a necessidade de anestesia geral.

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Antes de chegar ao paciente, essa gordura passa por um processo rigoroso de limpeza, esterilização e purificação em diversas etapas, que remove detritos celulares, DNA e outros elementos que poderiam desencadear uma resposta imunológica negativa no organismo.

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