Política

Bruno Reis defende 'Passarela do Apartheid': "Não há nada de ilegal"

Sérgio Pedreira / BNews
Decisão judicial confirma legalidade da instalação da passarela, segundo Bruno Reis, que destaca sua importância para o Carnaval.  |   Bnews - Divulgação Sérgio Pedreira / BNews

Publicado em 12/02/2026, às 18h09 - Atualizado às 18h23   Daniel Serrano e Thiago Teixeira



O prefeito Bruno Reis (União Brasil), defendeu nesta quinta-feira (12) a instalação da passarela montada na encosta do Morro do Ipiranga, que dá acesso ao Camarote Glamour, no Circuito Dodô (Barra-Ondina). 

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A estrutura, que foi batizada como Passarela do Apartheid, havia sido alvo de questionamentos e chegou a ser interditada por decisão da Justiça Federal. No entanto, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) liberou a instalação da passarela, permitindo o funcionamento do acesso durante a folia.

Em entrevista coletiva na abertura oficial do Carnaval 2026, o prefeito disse que o equipamento contribui para melhorar a mobilidade no circuito, ao criar uma alternativa de acesso e reduzir a concentração de foliões em pontos já sobrecarregados.

“É um outro acesso que tira a quantidade de foliões de um local onde há maior concentração. Hoje, os principais problemas estão nas barreiras de revista entre o Morro do Gato e o Morro do Ipiranga. Precisamos de mais acessos para que as pessoas possam chegar e consumir os produtos que desejam no Carnaval”, afirmou.

Bruno Reis também destacou que a estrutura pode atrair mais turistas interessados em maior comodidade para assistir à festa. De acordo com ele, o aumento no fluxo de visitantes impacta diretamente na arrecadação do município.

“Isso permite atrair mais visitantes e turistas que querem ter mais comodidade para chegar ao local desejado. Com isso, a prefeitura aumenta a arrecadação, tem mais recursos para contratar artistas, montar e pagar a estrutura do Carnaval e investir em políticas públicas”, disse.

O prefeito ressaltou ainda que a decisão judicial confirmou a legalidade da instalação.

“A Justiça decidiu porque não há nada de ilegal. A lei é clara: o que é permitido pode ser implantado. Como prefeito, não tenho poder para impedir algo que a lei autoriza. Há previsão legal para isso e, mesmo com manifestações contrárias, a Justiça decidiu favoravelmente pela instalação e pleno funcionamento”, declarou.

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