Salvador
Publicado em 13/02/2019, às 09h53 Redação BNews
Depois que a diretora da Vogue Brasil, Donata Meirelles, fez sua festa de aniversário com receptivo de baianas e foi acusada de racismo nas redes sociais, a presidente da Associação de Baianas de Acarajé, Rita Santos, que participou do evento, denunciou à polícia agressões que as profissionais estão sofrendo na internet e nas ruas onde trabalham com a venda dos quitutes.
"No Farol da Barra, estão indo no tabuleiro da baiana perguntar por quanto ela se vendeu, dizer que ela é escrava. Outra que trabalha no Imbuí também recebeu o mesmo no tabuleiro", narrou a dirigente em entrevista ao apresentador José Eduardo na Metrópole FM, na manhã desta quarta-feira (13).
Outro problema enfrentado pelas baianas que trabalharam no receptivo é a resistência no fechamento de novos contratos de trabalho. "Os contratantes estão com medo de nos contratar e criar alguma polêmica", lamenta.
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